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Segurança em escolas passa a ser discutida
Escrito por Thaiana de Oliveira
O ataque desta quinta-feira (7) na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo (zona oeste do Rio), que deixou 12 adolescentes mortos, levantou uma discussão sobre a segurança nos colégios públicos.
O atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, era ex-aluno da escola e entrou no local alegando que iria fazer uma palestra. O criminoso estava com dois revólveres, um de calibre 38 e outro de calibre 32, e muita munição em um cinturão.
O fato fez com que profissionais da educação questionassem as medidas de segurança que podem ser adotadas para que casos como esse não se repitam na cidade. A insatisfação com as atuais condições de policiamento escolar é grande.
Em declaração à imprensa, o prefeito da cidade Eduardo Paes afirmou que não acha ideal a implantação de detector de metais nas escolas.
“São coisas que eu acho que são despropositadas. Fechar escolas, blindá-las, colocoar detector de metais, acho isso demais. A escola é um espaço de interação com a comunidade e não um local onde se tenha que isolar as crianças”, disse.
O atirador Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, era ex-aluno da escola e entrou no local alegando que iria fazer uma palestra. O criminoso estava com dois revólveres, um de calibre 38 e outro de calibre 32, e muita munição em um cinturão.
O fato fez com que profissionais da educação questionassem as medidas de segurança que podem ser adotadas para que casos como esse não se repitam na cidade. A insatisfação com as atuais condições de policiamento escolar é grande.
Em declaração à imprensa, o prefeito da cidade Eduardo Paes afirmou que não acha ideal a implantação de detector de metais nas escolas.
“São coisas que eu acho que são despropositadas. Fechar escolas, blindá-las, colocoar detector de metais, acho isso demais. A escola é um espaço de interação com a comunidade e não um local onde se tenha que isolar as crianças”, disse.
Disponível em: http://www.radiomanchete.com.br/jornalismo/890-seguranca-em-escolas-passa-a-ser-discutida.html
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Outro dia estava assistindo a algum desses programas de TV (esses dias todos andam falando sobre a tragédia) e vi uma reportagem que falava sobre a utilização de detectores de metais em escolas e dizendo que medidas como essa poderiam ter evitado os assassinatos.
Não consegui me lembrar exatamente de onde era a reportagem, por isso nao a postei aqui, mas me lembro que a diretora de uma escola onde já haviam sido implantados detectores de metais comentou do insucesso da prática, uma vez que a escola tinha cerca de 1000 alunos e que nos períodos de entrada e saída das aulas as concentrações de alunos na portaria era tão grande que gerava um transtorno enorme e acabou por ocasionar o desativamento dos detectores.
Fora isso, fiquei pensando que aquela aglomeração de crianças e jovens na porta da escola esperando para entrar poderia ser ainda mais perigoso do que os riscos de uma arma, né? Uma vez que é muito mais comuns armas fora do que dentro das escolas.
Afinal, como podeeíamos pensar, arquitetônicamente falando, nessa questão da segurança das escolas? Vou pensar e se encontrar algo interessante posto aqui!





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