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Belo Horizonte na "onda" da escola integral

Esse post é para mostrar que BH já aderiu à escola integrada e mostra os bons frutos que estão sendo colhidos dessa experiência.

Confia as imagens!
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BH Metas e Resultados - Expansão da Escola Integrada - Educação

O programa Escola Integrada foi ampliado de 50 para 128 unidades de ensino da rede municipal. Foto Arquivo PBH

Oficinas de arte e cultura, esporte e reforço escolar fazem parte das diversas atividades do programa Escola Integrada. Foto Arquivo PBH

Escola integrada conta com o apoio e a contribuição de entidades de ensino superior, empresas, organizações sociais, grupos comunitários e pessoas físicas.
Foto Arquivo PBH

Oficinas de arte e cultura, esporte e reforço escolar fazem parte das diversas atividades do programa Escola Integrada.
Foto Arquivo PBH

Oficinas de arte e cultura, esporte e reforço escolar fazem parte das diversas atividades do programa Escola Integrada.
Foto Isabel Baldoni

O programa Escola Integrada oferece nove horas diárias de atendimento a milhares de estudantes, que se apropriam cada dia mais dos equipamentos urbanos disponíveis, extrapolando os limites das salas de aula e do prédio escolar.
Foto Arquivo PBH

O número de alunos atendidos pelo programa Escola Integrada passou 15 mil, em 2008, para mais de 35 mil, em 2010.
Foto Adão de Souza

O programa Escola Integrada foi ampliado de 50 para 128 unidades de ensino da rede municipal.
Foto Gercom Pampulha

Escola integrada conta com o apoio e a contribuição de entidades de ensino superior, empresas, organizações sociais, grupos comunitários e pessoas físicas.
Foto Gercom Pampulha


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Muito bom, variedade de atividades, espacos abertos e criancas em contato com arte, cultura, lazer e educacao, tudo num mesmo lugar! Acho que estamos no caminho certo...
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Mais tempo para aprender!

Continuando na linha sobre as escolas integrais, encontrei essa reportagem muito interessante. Vamos ver quais sao as vantagens de se estudar em tempo integral.
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Com o objetivo de melhorar o desempenho no Ensino Fundamental, estados e municípios começam a atender as turmas com aulas que vão de manhã até a tarde.

Cenas da escola Coronel Antônio Lehmkuhl, em Águas Mornas (SC),
onde o horário ampliado permite uma série de ações em torno de temas comuns:
 teatro de bonecos criado e encenado pelas próprias crianças
Existe um consenso entre os educadores de que o período integral é, em todos os sentidos, mais eficiente do que a jornada de quatro horas, que vigora em quase todo o país. Um tempo maior de aulas é proveitoso sobretudo para quem vem de famílias de baixa escolaridade. Quando bem-sucedida, a mudança traz ganhos consideráveis.  "Como os estudantes ficam o tempo todo ocupados, começaram a sentir falta das atividades durante as férias."

As opções que a escola oferece são, além das disciplinas tradicionais, Esporte, Artes e Informática. Todas as áreas ficam a cargo de professores da rede e sempre há novidades. As mais recentes são Dança e Filosofia. O que exige locais mais amplos é feito em parceria com a prefeitura, para o uso de áreas públicas, como ginásios e escolinhas de futebol. O enfoque em linguagens múltiplas abarca meios que vão do trabalho artesanal aos recursos eletrônicos. A coordenação pedagógica amarra as atividades. "Este ano montamos o currículo para discutir questões de ética e de comportamento", informa Fernandes.

Atenção às armadilhas

Nos ambientes carentes e que enfrentam situações freqüentes de violência, a jornada completa costuma ter impacto muito positivo. Os pais que trabalham fora - absoluta maioria nos dias de hoje, principalmente nas camadas mais pobres da população - ficam satisfeitos em saber que não precisam se preocupar com o que os filhos estão fazendo em sua ausência. O problema é dar peso excessivo a esse aspecto e descuidar das questões pedagógicas. "Cada atividade nova deve se integrar aos projetos curriculares e não ser apenas um modo de preencher horário", ressalta o diretor Mário Fernandes.

"Talvez outras experiências tenham fracassado porque seus autores pensaram na estrutura antes de pensar na criança", diz Cláudio Aparecido da Silva, secretário de Educação de Apucarana. "Quando tivemos a idéia da educação ampliada, procuramos meios para viabilizá-la e houve uma resposta da comunidade." Foram feitos um levantamento das necessidades físicas e pedagógicas de cada escola e outro das condições de cooperação da comunidade. Salões paroquiais, clubes, bibliotecas e praças passaram a ser utilizados para as novas atividades. Hoje, 38 das 39 escolas municipais da cidade, que tem 115 mil habitantes, funcionam em tempo integral. A unidade restante foi reservada como opção aos pais que preferem o sistema anterior e, segundo o prefeito, é a menos procurada da rede.



Integração e parcerias
Idéias semelhantes orientaram a Secretaria de Educação de Belo Horizonte. A jornada única na capital mineira também é prevista em lei de 2002. Hoje, existem turmas no novo horário em 78 escolas e 149 creches do município, correspondendo a 16,5% do total de alunos. Apenas a EM Monteiro Lobato funciona exclusivamente em período integral, para turmas da Educação Infantil e do primeiro ciclo (três séries iniciais), dos 3 aos 9 anos.

A única unidade da rede reformada com esse fim tem 70% de suas vagas destinadas a alunos de maior vulnerabilidade social ou com deficiência. As demais são ocupadas por sorteio entre os integrantes de uma longa lista de espera. "A escola é uma espécie de projeto piloto", informa a diretora Dayse Canesso Maciel. O currículo, por exemplo, não faz distinção entre as atividades obrigatórias previstas pelo Ministério da Educação e aquelas que o horário expandido permite acrescentar - como modalidades esportivas, Música e Teatro, entre várias outras. "Não existe uma hora para estudar e outra para brincar", diz Dayse.
As turmas são formadas de acordo com as idades, mas as que reúnem alunos de 6 a 9 anos se dissolvem em grupos que vão sendo reorganizados segundo as hipóteses de escrita dos alunos (silábico, pré-silábico, silábico-alfabético e alfabético). Há um professor regente por classe, mas vários outros cuidam de atividades incorporadas ao projeto alfabetizador. Um trabalho com múltiplas linguagens ocorre em espaços como o laboratório de informática, a biblioteca e os palquinhos de leitura e encenação de histórias.
Mas nao e em todas as escolas que tudo ocorre dentro dos limites dos muros - entre 7h10 e 17h20, com cinco refeições e banho - na maioria das escolas de Belo Horizonte que têm turmas em período integral os trabalhos são estendidos para outros espaços urbanos. Isso porque o programa é compartilhado com organizações não-governamentais, parceiros que respondem por boa parte do currículo complementar.

A articulação entre as entidades da sociedade civil e as escolas resultou de um mapeamento do que já existia no município. "Fizemos uma leitura das experiências positivas em Belo Horizonte e percebemos que havia muita coisa acontecendo", diz a coordenadora de articulação pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Macaé Evaristo. "A intenção é construir uma política sustentada no apoio da população."



A reportagem completa est'a dispon'ivel em:
http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/mais-tempo-aprender-423347.shtml

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Achei muito interessante os aspectos apresnetados, pois nao basta somente pensarmos em espaço físico ou no currículo, tem que ser dada a devida importância à comunidade onde a escola esta inserida. Além disso, não necessariamente o espaço físico da escola deverá abrigar TODAS as atividades que serão desenvolvidas, a proposta da PBH de apropriar de espaços públicos existentes para estender a escola é muito interessante.
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Nova era na educação brasileira com o fim do quadro negro

A tecnologia vem invadindo todos os campos do conhecimento, agora uma proposta inusitada e bastante interessante vem ganhando espaço pelos ambientes escolares: a "lousa digital". Parece muito interessante, será que essa moda pega?


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Vejam o Vídeo:



Em um portal sobre TI na net um usuário postou como funciona:

O bom e velho quadro negro poderá ser aposentado de vez em breve nas escolas públicas, e por uma ótima causa. É a tecnologia trazida para dentro das salas de aula atráves do SMART Board, a lousa digital. Agora está chegando em Hortolândia, no interior de São Paulo, depois de já estrear em algumas escolas de São Paulo – SP e algumas outras regiões do país.
A SMART Technologies Inc. é tanto a indústria pioneira como a líder no mercado educacional global de lousas interativas de fácil utilização e outras ferramentas colaborativas de grupo. A premiada Lousa Interativa SMART Board é a lousa interativa mais instalada no mundo, com forte presença em vários países de primeiro mundo, entre eles os EUA e Canadá, além de mais 75 países.



 Com relação aos recursos que chamam mais a atenção com a utilização dessa tecnologia, já presente em muitas escolas particulares por aqui, estão a possibilidade de o professor gravar e arquivar a aula para acesso posterior, pode filmar a própria aula através da integração da lousa com uma web can e disponibilizá-la na internet. O conteúdo criado pode ser salvo em PDF, HTML, GIF, JPEG ou PNG (arquivos de imagem), e os vídeos no formato AVI.

Com o simples toque dos dedos, na lousa digital, é possível acessar a internet, abrir arquivos, fazer buscas, arrastar figuras, recortar, colar e até programar a gravação de conteúdos de programas, segundo informou o Terra.
Treinar os professores para que possam extrair o máximo da tecnologia disponível é primordial (o que já está sendo feito), agora falta dar melhores condições de salário para segurar as melhores cabeças, como já tem feito outros setores públicos devido a concorrência com o setor privado (aí ainda falta muito).
De qualquer maneira, o interesse dos alunos deve aumentar e consequentemente seu nível de aprendizado. Mais um passo na Educação rumo ao desenvolvimento, embora não no ritmo que todos nós esperávamos, mas certamente alimenta um pouco mais nossa esperança de que o Brasil possa ser no futuro muito mais do que simplesmente carnaval e futebol.

Disponível em: http://carreiradeti.com.br/nova-era-na-educacao-com-o-fim-do-quadro-negro/

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Muito interessante! Como os jovens estão sempre antenados com as tecnologias, acho que se essa moda pegar vai ser muito bacana. Sem contar em como as aulas vão se tornar mais dinâmicas e legais com esse recurso.
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Entrevista Tássia


Segue entrevista com Tássia Cardoso sobre a educação no Brasil:
1. Nome /Idade/ Profissão    Tássia Cardoso / 25 / Estudante

2. Onde mora
    Alameda Guaraponga, DomCabral - Belo Horizonte / MG

3. O que você acha do sistema educacionalbrasileiro?   Acho precario, acho que osprofessores não são valorizados e por isso as vezes estão desmotivados aensinar com qualidade, bem como as escolas não colocam profissionais em tempo integral para suprir duvidas.

4. Você acha que a estrutura de escolaspúblicas existentes é suficiente?    Não, acredito que as criançastem que desenvolver varias areas, a mental a fisica a psicologica e as escolasnão suprem todas as necessidades.

5. O que acha da estrutura física dasescolas atuais?    Faltam opções de esporte, faltammonitorias e tbem bibliotecas atrativas.

6. O que você sugere para melhorar esse quadro?    Motivação dos profissionais daarea, melhor infra estrutura para todas as atividades

7. Quais atividades deveriam ser oferecidasalém do ensino propriamente dito?   Como disse anteriormente,atividades esportivas e acompanhamento pós sala da aula.


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Foi possível perceber que faltam opções de aprendizado fora de sala de aula. Além do tempo de permanência dos alunos na escola deve ser aumentado para que o Brasil alcance algo próximos dos países desenvolvidos e possa melhorar a situação do país através da educação.
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