Nesse post vou mostrar o triste estado de conservação de uma escola na Bahia. Os pais dos alunos denunciaram os absurdos que estavam ocorrendo.
_____________________________________________________________________________________________1. Sala de aula suja, com carteiras quebradas:
2. Tem sala de aula que os buracos competem com os das ruas da cidade;
3. O Balde Pia: um balde de plástico que é utilizado como pia para os alunos lavarem às mãos;
4. O cano estourado faz com o mal cheiro chegue até a cantina;
5. Pilhas de carteiras quebradas expostas ao sol e a chuva:
6. Escolas cheias de mato expõem os alunos a insetos e aos bichos peçonhentos.
Estes são apenas alguns dos inúmeros problemas das escolas denunciados pelos alunos e professores.
Nesses últimos anos, sem dúvida o que mais causa repulsa à sociedade é a maneira com a qual a educação pública é tratada, o notório sucateamento das escolas municipais. Indignados, pais e professores denunciam a má aplicação dos recursos devido às estruturas físicas detonadas e a precariedade pedagógica nas entidades.
Quando o município iniciou o ano letivo, no dia 07 de fevereiro, deixou muitos pais apreensivos de tanta indignação e revolta devido os angustiantes transtornos na primeira semana de aula.
A professora Paula Vielmo, na matéria “Indignados pais denunciam o sucateamento da educação em Barreiras" postada no site www.novoeste.com,
comenta sua felicidade em saber que na cidade ainda tem pais dispostos a cobrar de seus governantes suas responsabilidades e que não aceitam tudo calados. “
Ao contrário do que se costuma dizer, escola pública não é de graça, ela custa alto para o povo e o retorno é quase invisível. Temos que cobrar o que nos é de direito, ” alerta Paula.
A verdade é que choveram denúncias de pais, professores e simpatizantes da causa na redação do Novoeste, dentre elas que tinha escolas onde
crianças não tinham onde sentar, e em outras para sentar as crianças tinham que disputar as carteiras, muitas ficavam improvisadas, sentadas no chão ou eram obrigadas a voltar para casa porque não tinham onde sentar. Tinham escolas que até o professor sequer tinha mesa.
Uma das mães que procurou a redação do Novoeste contou que o filho estava sentando em cadeiras de bar, que não recebia tarefa para casa, que a professora alegava que era porque a máquina de xerox da escola encontrava-se quebrada.
Se é calamidade ou não na atual gestão, a verdade é
que é notório os direitos básicos dos cidadãos que pagam tantos impostos e sonham com uma educação digna para seus filhos, serem negados à todo instante, o que mostra a total falta de compromisso com o bem estar da população, que padece à cada dia.
Fundo Fixo de Caixa nas escolas municipais - Sobre esse fundo a denúncia é que a lei é
desrespeitada pela gestão atual. Prova disso é que muitas escolas às vezes não têm sequer papel higiênico ou outros materiais básicos para manter o bom funcionamento da entidade. Consequência disso, os(as) professores(as), juntamente com a diretoria são obrigadas a apelar para os pais, para o comércio ou fazer outros tipos de malabarismos para adquirir esses materiais, exemplo são as rifas e os eventos.
E como Paula Vielmo, no texto “Barreiras inicia ano letivo 2011: vamos à verdade!” postado no seu blog, desmentiu uma matéria veiculada em algumas mídia e no site oficial da prefeitura que maquiava uma realidade nada bela e cada vez mais caótica que é “trabalhar na educação de Barreiras, sob a administração da atual gestora e sua
incompetente equipe, é desesperador. Absolutamente, desesperador!”
Fundo Fixo de Caixa nas escolas municipais - Sobre esse fundo a denúncia é que a lei é
desrespeitada pela gestão atual. Prova disso é que muitas escolas às vezes não têm sequer papel higiênico ou outros materiais básicos para manter o bom funcionamento da entidade. Consequência disso, os(as) professores(as), juntamente com a diretoria são obrigadas a apelar para os pais, para o comércio ou fazer outros tipos de malabarismos para adquirir esses materiais, exemplo são as rifas e os eventos.
E como Paula Vielmo, no texto “Barreiras inicia ano letivo 2011: vamos à verdade!” postado no seu blog, desmentiu uma matéria veiculada em algumas mídia e no site oficial da prefeitura que maquiava uma realidade nada bela e cada vez mais caótica que é “trabalhar na educação de Barreiras, sob a administração da atual gestora e sua
incompetente equipe, é desesperador. Absolutamente, desesperador!”
Conselho Municipal de Educação - Felizmente, as denúncias quanto ao sucateamento e a precariedade nas escolas públicas de Barreiras são feitas pelo pais de alunos e de professores. Na cidade existe formado um Conselho Municipal de Educação, mas lamentavelmente, não exerce suas funções que seriam, além de garantir a gestão democrática da educação e um ensino de qualidade no município, tem a de fiscalizadora de promover sindicâncias; aplicar sanções a pessoas físicas ou jurídicas que não cumprem leis ou normas; solicitar esclarecimento dos responsáveis ao constatar irregularidades e denunciá-las aos órgãos competentes: Ministério Público, Tribunal de Contas e a Câmara de Vereadores. Sequer existe alguma ação desse Conselho sobre a situação da educação no município.
Por Tenório de Sousa
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É impressionante como o poder público permite que uma escola chegue ao ponto que essa chegou. É realmente muito importante a intervenção da população para fazer valer seus direitos, uma vez que, como a própria entrevistada disse, as escolas públicas não são gratuitas, o povo paga por ela e deve exigir que se tenha ambiente de qualidade, com o mínimo necessário para o desenvolvimento das crianças.
Infelizmente isso não ocorre somente na Bahia, em vários estados do Brasil, inclusive em Minas Gerais, se procurarmos um pouco encontramos situações semelhantes a esta.









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